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Desolado, pai de Vitória Regina revela porque proibiu o relacionamento da filha com o ex-namorado; ‘não olha’


O trágico assassinato de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, tem gerado grande comoção e levantado diversas dúvidas sobre as circunstâncias do crime que teve emprego de extrema violência.

A jovem, encontrada morta na última quarta-feira, teve seu corpo submetido a atos de extrema violência, incluindo tortura, degolamento e o cabelo raspado, o que levantou suspeitas de uma possível ligação com facções criminosas.

Durante o velório da filha, o pai de Vitória desabafou sobre o relacionamento da jovem com o ex-namorado, Gustavo Vinicius Moraes, afirmando que nunca aprovou o envolvimento dos dois.

Ele relatou que havia proibido a filha de manter contato com o rapaz, pois tinha uma má impressão sobre ele, mas, apesar disso, Vitória não rompeu definitivamente a relação.

O pai da vítima também revelou detalhes sobre os sonhos da filha, mencionando que ela desejava trabalhar na área de necropsia, um interesse incomum para a idade dela, segundo suas palavras.

Outro fator que reforça a suspeita de que Vitória tenha sido morta por alguém próximo é a coincidência do momento em que o crime ocorreu. O pai, que diariamente buscava a filha no shopping onde trabalhava, não pôde fazer isso no dia do desaparecimento devido a um problema em seu carro.

Ele acredita que essa informação pode ter sido utilizada por quem cometeu o crime para agir naquele exato momento, demonstrando conhecimento da rotina da jovem.

A polícia investiga Gustavo Vinicius Moraes como um dos suspeitos do assassinato. O delegado responsável pelo caso, Aldo Galiano Júnior, afirmou que o depoimento do ex-namorado contém inconsistências, especialmente em relação ao seu paradeiro na noite do crime.

Gustavo alegou estar acompanhado de outra jovem no horário do desaparecimento de Vitória, mas imagens de monitoramento e a perícia apontam que ele estava em um veículo nas proximidades do local onde a jovem foi encontrada, por volta de 00h35. Esse detalhe contradiz a versão apresentada por ele.

Mesmo com as inconsistências no depoimento, o pedido de prisão preventiva de Gustavo foi negado pela Justiça, o que gerou questionamentos sobre o andamento das investigações. Além dele, outras seis pessoas estão sendo investigadas pelo envolvimento no crime.

Um dos elementos que podem contribuir para a elucidação do caso é um fio de cabelo encontrado dentro do carro em que Gustavo estava na noite do crime. O material foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para análise, a fim de determinar se pertence à vítima.

A brutalidade do assassinato, aliada aos indícios de tortura, gerou suspeitas de que o crime possa estar relacionado a práticas de facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que historicamente utiliza métodos semelhantes para punir desafetos.

No entanto, essa possibilidade ainda está sob investigação, e a polícia segue reunindo provas para esclarecer os motivos e identificar todos os responsáveis pelo homicídio.

O caso segue em andamento, com a polícia aprofundando as investigações e analisando evidências que possam levar à solução do crime. A família da jovem, abalada pela perda, espera que a justiça seja feita e que os envolvidos sejam responsabilizados pela violência que tirou a vida de Vitória.



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